quarta-feira, 5 de maio de 2010
POR QUE A IASD PRATICA O REBATISMO?
Por que praticamos o Rebatismo?
Autor: Prof. Gilson Medeiros
Algumas denominações questionam os Adventistas pela prática de realizar o que chamamos de “rebatismo”. Alegam eles que esta prática é mais uma “invenção” dos Adventistas, para a qual não existe apoio bíblico.
Será que a Bíblia mostra alguma base para a realização de um “rebatismo”? Ou seria esta uma mera “invenção” herética dos Adventistas do 7º Dia (como os críticos gostam de apregoar)?
Vejamos...
Primeiramente, leia Atos 19:1-7
Nesta passagem está a principal base que os Adventistas encontram para a comprovação de que o rebatismo era praticado pelos apóstolos. Aqui vemos que Paulo chegou a uma determinada cidade, Éfeso, onde encontrou um grupo de cristãos. Ao dirigir-se a eles, o apóstolo descobre que eles ainda não haviam recebido o Espírito Santo, ou não compreendiam do que se tratava este tema.
Paulo achou estranho, e indagou se eles já haviam sido batizados (v. 3). E sua resposta afirma que sim, pois eles haviam sido batizados pelo próprio João Batista. Portanto, fica claro no texto bíblico que estes 12 homens já eram batizados nas águas.
Paulo lhes explica rapidamente a grandeza da obra que Jesus operara, mostrando que João Batista apenas preparou o caminho para a chegada do Messias, e que o batismo que o profeta do deserto realizava não estava completo para a nova experiência cristã (v. 4).
O verso 5 deixa bem claro que Paulo batizou NOVAMENTE aqueles homens, mesmo sabendo que eles já haviam sido batizados por João.
E por que ele fez isso?
Porque aqueles discípulos, apesar de sinceros, não haviam sido batizados com a compreensão total da obra de salvação e de transformação, tanto de Cristo quanto do Espírito Santo. Por isso, Paulo precisou batizá-los outra vez nas águas, pois agora eles já conheciam a verdade “completa”.
É inegável que esta passagem bíblica trate de um rebatismo, e realizado pelo próprio apóstolo Paulo, o que dá um peso bem maior, uma vez que este apóstolo sabia perfeitamente bem que o batismo autêntico é aquele que transforma a pessoa em uma nova criatura, fazendo-a “morrer” para a vida de pecados, e “ressuscitar” para uma nova vida ao lado de Cristo (veja Rom. 6:1-5).
Mas, e a questão de "um só batismo"?
Alguns encontram em Efésios 4:5 uma maneira de questionar a autenticidade do rebatismo, uma vez que Paulo diz ali que há “um batismo” apenas. Mas o contexto da passagem deixa claro que o apóstolo tratava de “um” não no sentido de quantidade, mas sim de autoridade e qualidade. Além do mais, foi ele mesmo que praticou o rebatismo na própria cidade dos efésios, cerca de 8 anos antes (cf. Atos 19:1-7). Ele não poderia se contradizer diante do público que sabia que ele próprio já rebatizara os discípulos de João, o que mostra que Paulo não falava em “quantidade” de batismos (em Efés. 4:5), mas na “autoridade” que o batismo e a fé em Jesus têm sobre a vida do crente.
O Manual da Igreja Adventista do 7º Dia
Uma pessoa que foi batizada por imersão em uma outra denominação cristã, e que toma contato com a mensagem Adventista, aceitando-a e compreendo que a verdade do Senhor lhe foi revelada com mais intensidade, NÃO É OBRIGADA a rebatizar-se para ser aceita como membro da Igreja Adventista do 7º Dia. Veja o que diz o Manual da Igreja (2005), pág. 43:
“Tendo como base a aceitação de novas verdades importantes, Ellen White apóia o rebatismo na medida em que o Espírito Santo guia o novo crente a solicitá-lo. Isto está de acordo com o padrão adotado em Atos 19. Indivíduos que passaram anteriormente pelo batismo cristão devem avaliar sua nova experiência religiosa e decidir se o rebatismo é desejável. Não deve haver insistência”.
No livro Evangelismo, pág. 373, Ellen White dá o seguinte conselho sobre este assunto:
“[O rebatismo] é um assunto em que cada indivíduo precisa conscienciosamente tomar sua atitude no temor de Deus. Deve ser cuidadosamente apresentado no espírito de benignidade e de amor. Portanto, o dever de insistir não pertence a ninguém senão a Deus; dai-Lhe oportunidade de operar por meio de Seu Espírito Santo na mente, de modo que o indivíduo seja perfeitamente convencido e satisfeito no que respeita a esse passo avançado”.
Veja que não há uma OBRIGAÇÃO de que alguém seja rebatizado, caso já tenha sido batizado por imersão em uma igreja cristã antes, para poder ser aceito como membro da IASD. Caso o novo converso ache que não necessita dessa nova experiência, poderá fazer apenas uma “profissão de fé” diante da Igreja reunida.
Porém, como amigo, eu aconselho a todos nesta situação a considerarem o rebatismo com carinho, pois ele marca a transição entre uma verdade “incompleta” (sem lei, sem sábado, sem sono da morte, sem cuidado com alimentação, sem conhecimento sobre o Santuário celestial, sem estudos das profecias de Daniel e Apocalipse, crendo em um falso dom de línguas, etc.) para uma verdade “completa”, com a compreensão de todos estes importante temas.
Vale a pena!
Autor: Prof. Gilson Medeiros
Algumas denominações questionam os Adventistas pela prática de realizar o que chamamos de “rebatismo”. Alegam eles que esta prática é mais uma “invenção” dos Adventistas, para a qual não existe apoio bíblico.
Será que a Bíblia mostra alguma base para a realização de um “rebatismo”? Ou seria esta uma mera “invenção” herética dos Adventistas do 7º Dia (como os críticos gostam de apregoar)?
Vejamos...
Primeiramente, leia Atos 19:1-7
Nesta passagem está a principal base que os Adventistas encontram para a comprovação de que o rebatismo era praticado pelos apóstolos. Aqui vemos que Paulo chegou a uma determinada cidade, Éfeso, onde encontrou um grupo de cristãos. Ao dirigir-se a eles, o apóstolo descobre que eles ainda não haviam recebido o Espírito Santo, ou não compreendiam do que se tratava este tema.
Paulo achou estranho, e indagou se eles já haviam sido batizados (v. 3). E sua resposta afirma que sim, pois eles haviam sido batizados pelo próprio João Batista. Portanto, fica claro no texto bíblico que estes 12 homens já eram batizados nas águas.
Paulo lhes explica rapidamente a grandeza da obra que Jesus operara, mostrando que João Batista apenas preparou o caminho para a chegada do Messias, e que o batismo que o profeta do deserto realizava não estava completo para a nova experiência cristã (v. 4).
O verso 5 deixa bem claro que Paulo batizou NOVAMENTE aqueles homens, mesmo sabendo que eles já haviam sido batizados por João.
E por que ele fez isso?
Porque aqueles discípulos, apesar de sinceros, não haviam sido batizados com a compreensão total da obra de salvação e de transformação, tanto de Cristo quanto do Espírito Santo. Por isso, Paulo precisou batizá-los outra vez nas águas, pois agora eles já conheciam a verdade “completa”.
É inegável que esta passagem bíblica trate de um rebatismo, e realizado pelo próprio apóstolo Paulo, o que dá um peso bem maior, uma vez que este apóstolo sabia perfeitamente bem que o batismo autêntico é aquele que transforma a pessoa em uma nova criatura, fazendo-a “morrer” para a vida de pecados, e “ressuscitar” para uma nova vida ao lado de Cristo (veja Rom. 6:1-5).
Mas, e a questão de "um só batismo"?
Alguns encontram em Efésios 4:5 uma maneira de questionar a autenticidade do rebatismo, uma vez que Paulo diz ali que há “um batismo” apenas. Mas o contexto da passagem deixa claro que o apóstolo tratava de “um” não no sentido de quantidade, mas sim de autoridade e qualidade. Além do mais, foi ele mesmo que praticou o rebatismo na própria cidade dos efésios, cerca de 8 anos antes (cf. Atos 19:1-7). Ele não poderia se contradizer diante do público que sabia que ele próprio já rebatizara os discípulos de João, o que mostra que Paulo não falava em “quantidade” de batismos (em Efés. 4:5), mas na “autoridade” que o batismo e a fé em Jesus têm sobre a vida do crente.
O Manual da Igreja Adventista do 7º Dia
Uma pessoa que foi batizada por imersão em uma outra denominação cristã, e que toma contato com a mensagem Adventista, aceitando-a e compreendo que a verdade do Senhor lhe foi revelada com mais intensidade, NÃO É OBRIGADA a rebatizar-se para ser aceita como membro da Igreja Adventista do 7º Dia. Veja o que diz o Manual da Igreja (2005), pág. 43:
“Tendo como base a aceitação de novas verdades importantes, Ellen White apóia o rebatismo na medida em que o Espírito Santo guia o novo crente a solicitá-lo. Isto está de acordo com o padrão adotado em Atos 19. Indivíduos que passaram anteriormente pelo batismo cristão devem avaliar sua nova experiência religiosa e decidir se o rebatismo é desejável. Não deve haver insistência”.
No livro Evangelismo, pág. 373, Ellen White dá o seguinte conselho sobre este assunto:
“[O rebatismo] é um assunto em que cada indivíduo precisa conscienciosamente tomar sua atitude no temor de Deus. Deve ser cuidadosamente apresentado no espírito de benignidade e de amor. Portanto, o dever de insistir não pertence a ninguém senão a Deus; dai-Lhe oportunidade de operar por meio de Seu Espírito Santo na mente, de modo que o indivíduo seja perfeitamente convencido e satisfeito no que respeita a esse passo avançado”.
Veja que não há uma OBRIGAÇÃO de que alguém seja rebatizado, caso já tenha sido batizado por imersão em uma igreja cristã antes, para poder ser aceito como membro da IASD. Caso o novo converso ache que não necessita dessa nova experiência, poderá fazer apenas uma “profissão de fé” diante da Igreja reunida.
Porém, como amigo, eu aconselho a todos nesta situação a considerarem o rebatismo com carinho, pois ele marca a transição entre uma verdade “incompleta” (sem lei, sem sábado, sem sono da morte, sem cuidado com alimentação, sem conhecimento sobre o Santuário celestial, sem estudos das profecias de Daniel e Apocalipse, crendo em um falso dom de línguas, etc.) para uma verdade “completa”, com a compreensão de todos estes importante temas.
Vale a pena!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
BOAS NOTÍCIAS
Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação. Isaías 52:7
Nsses dias em que vivemos, chegamos a ficar surpresos quando nos deparamos com uma boa notícia nos jornais ou na televisão. Só se ouve falar de acidentes, homicídios, sequestros, atentados terroristas, terremotos (somente nos quatro primeiros meses deste ano de 2010 foram quatro devastadores) enchentes, desabrigados e toda sorte de calamidades, tanto em nosso país como no estrangeiro.
Em primeiro lugar, porque quase não há boas notícias a publicar, pois o mundo vai de mal a pior. Em segundo, porque para a imprensa secular, a má notícia é que é a boa. É a que faz manchete e vende. É impressionante como as pessoas estão atentas às más notícias que são veiculadas diariamente, especialmente na televisão! O povo de Deus, porém, não precisa se abeberar dessas cisternas rotas. Não precisa e não deve ouvir programas de rádio ou televisão em que homicídios, assaltos e outras ocorrências violentas são dramatizadas com sensacionalismo e até com ironia, procurando tornar a tragédia “engraçada”. Não precisa e não deve ler jornais que destilam sangue e exploram o que há de pior na sociedade.
O profeta Isaías, seis séculos antes de Cristo, disse: “O que tapa os ouvidos, para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos, para não ver o mal, este habitará nas alturas” (Is 33:15, 16).
Há mais de cem anos, quando a situação do mundo era provavelmente cem vezes melhor do que a de hoje, Ellen White repetiu o mesmo conselho: “Quando os jornais chegam em casa, quase desejo escondê-los, para que as coisas ridículas e sensacionais não sejam vistas [...] Os que desejam ter a sabedoria que vem de Deus devem tornar-se néscios no pecaminoso conhecimento deste século, para serem sábios. Devem fechar os olhos, para não verem nem aprenderem o mal. Devem fechar os ouvidos, para que não ouçam o que é mau e não obtenham o conhecimento que lhes mancharia a pureza de pensamentos e de ação” (O Lar Adventista, p. 404).
Obviamente, a alienação ou a desinformação não despontam como respostas ideais. Entretanto, é muito mais alienatório o conhecimento dos problemas sem nada poder ou nada querer fazer para solucioná-los.
Ao cristão compete gerar boas notícias, pois o evangelho (que significa boas novas), se traduz em atos de amor e bondade para com os necessitados.
Hoje, ajude alguém, com o pão material e com as boas novas da salvação em Cristo.
*M.M.-2010
Nsses dias em que vivemos, chegamos a ficar surpresos quando nos deparamos com uma boa notícia nos jornais ou na televisão. Só se ouve falar de acidentes, homicídios, sequestros, atentados terroristas, terremotos (somente nos quatro primeiros meses deste ano de 2010 foram quatro devastadores) enchentes, desabrigados e toda sorte de calamidades, tanto em nosso país como no estrangeiro.
Em primeiro lugar, porque quase não há boas notícias a publicar, pois o mundo vai de mal a pior. Em segundo, porque para a imprensa secular, a má notícia é que é a boa. É a que faz manchete e vende. É impressionante como as pessoas estão atentas às más notícias que são veiculadas diariamente, especialmente na televisão! O povo de Deus, porém, não precisa se abeberar dessas cisternas rotas. Não precisa e não deve ouvir programas de rádio ou televisão em que homicídios, assaltos e outras ocorrências violentas são dramatizadas com sensacionalismo e até com ironia, procurando tornar a tragédia “engraçada”. Não precisa e não deve ler jornais que destilam sangue e exploram o que há de pior na sociedade.
O profeta Isaías, seis séculos antes de Cristo, disse: “O que tapa os ouvidos, para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos, para não ver o mal, este habitará nas alturas” (Is 33:15, 16).
Há mais de cem anos, quando a situação do mundo era provavelmente cem vezes melhor do que a de hoje, Ellen White repetiu o mesmo conselho: “Quando os jornais chegam em casa, quase desejo escondê-los, para que as coisas ridículas e sensacionais não sejam vistas [...] Os que desejam ter a sabedoria que vem de Deus devem tornar-se néscios no pecaminoso conhecimento deste século, para serem sábios. Devem fechar os olhos, para não verem nem aprenderem o mal. Devem fechar os ouvidos, para que não ouçam o que é mau e não obtenham o conhecimento que lhes mancharia a pureza de pensamentos e de ação” (O Lar Adventista, p. 404).
Obviamente, a alienação ou a desinformação não despontam como respostas ideais. Entretanto, é muito mais alienatório o conhecimento dos problemas sem nada poder ou nada querer fazer para solucioná-los.
Ao cristão compete gerar boas notícias, pois o evangelho (que significa boas novas), se traduz em atos de amor e bondade para com os necessitados.
Hoje, ajude alguém, com o pão material e com as boas novas da salvação em Cristo.
*M.M.-2010
domingo, 4 de abril de 2010
CRISTO JÁ RESSUSCITOU
CRISTO JÁ RESSUSCITOU!
ALELUIA!
SOBRE A MORTE TRIUNFOU!
ALELUIA!
TUDO CONSUMADO ESTÁ!
ALELUIA!
SALVAÇÃO DE GRAÇA DÁ!
ALELUIA!
CANTOS HINOS ENTOAI!
ALELUIA!
AO SENHOR JESUS HONRAI!
ALELUIA!
POIS À MORTE QUIS BAIXAR!
ALELUIA!
PECADORES QUIS SALVAR!
ALELUIA!
UMA VEZ NA CRUZ SOFREU!
ALELUIA!
MAS AGORA VIVO ESTÁ!
ALELUIA!
E PRA SEMPRE REINARÁ!
ALELUIA!
ALELUIA!
ALELUIA!
*Christ the Lord Is Risen Today - Carles Wesley (1707-1788)
ALELUIA!
SOBRE A MORTE TRIUNFOU!
ALELUIA!
TUDO CONSUMADO ESTÁ!
ALELUIA!
SALVAÇÃO DE GRAÇA DÁ!
ALELUIA!
CANTOS HINOS ENTOAI!
ALELUIA!
AO SENHOR JESUS HONRAI!
ALELUIA!
POIS À MORTE QUIS BAIXAR!
ALELUIA!
PECADORES QUIS SALVAR!
ALELUIA!
UMA VEZ NA CRUZ SOFREU!
ALELUIA!
MAS AGORA VIVO ESTÁ!
ALELUIA!
E PRA SEMPRE REINARÁ!
ALELUIA!
ALELUIA!
ALELUIA!
*Christ the Lord Is Risen Today - Carles Wesley (1707-1788)
sexta-feira, 2 de abril de 2010
PÁSCOA - QUANDO FOI PARA O CÉU O “BOM” LADRÃO?
“E disse-lhe Jesus em verdade te digo hoje estarás comigo no paraíso” – Lucas 23:43.
Este versículo é uma forte base para os irmãos que admitem o galardão (post-mortem). Isto é: Após a morte.
Como você aceitaria se lhe dissesse que a interpretação dele depende inteira e exclusivamente de sua pontuação? - Que acha?
O Novo testamento foi escrito em Grego, e as palavras eram separadas uma da outra, por um pequeno ponto. Assim sendo, “a colocação da vírgula dependerá da compreensão do tradutor quanto ao sentido das palavras originais.”
Portanto, qualquer tradutor, com a maior sinceridade, fará uma pontuação que coadune com sua fé a respeito. Por isso não podemos aceitar que Dimas, o ladrão que foi transformado pela presença de Jesus, tenha ido imediatamente ao Céu gozar as bem-aventuranças, após sua morte.
A exegese bíblica demonstra cabalmente que o galardão do justo só lhe será conferido quando do regresso de Jesus. Com isso concordam os patriarcas, profetas e apóstolos.
Todos de igual modo, esperavam sua recompensa não imediatamente após a morte, mas quando Jesus voltasse. Há para confirmar este fato centenas de textos bíblicos: mencionarei três, para você sedimentar sua fé.
1-JÓ 19:25-26 “ PORQUE EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE, E QUE POR FIM SE LEVANTARÁ SOBRE A TERRA: E DEPOIS DE CONSUMIDA A MINHA PELA, AINDA EM MINHA CARNE VEREI A DEUS.” (Jó tinha absoluta certeza que seria recompensado, galardoado, na vinda de Jesus).
2-SALMO 17:15 “QUANTO A MIM, CONTEMPLAREI A TUA FACE NA JUSTIÇA; SATISFAR-ME-EI DA TUA SEMELHANÇA QUANDO ACORDAR.” (Davi, o amado de Deus, esperava seu galardão quando acordasse, isto é, na ressurreição, e essa só se dará na volta de Jesus).
3- II TIMÓTEO 4:8 “DESDE AGORA, A COROA DA JUSTIÇA ME ESTÁ GUARDADA, A QUAL O SENHOR, JUSTO JUIZ, ME DARÁ NAQUELE DIA, E NÃO SOMENTE A MIM, MAS TAMBÉM A TODOS QUE AMAREM A SUA VINDA”.
Vinda de quem informa Paulo? Lógico: Do Senhor Jesus! Nero, o maldoso imperador romano, em breve tirania a vida do apóstolo dos gentios, mas lá no fundo de seu coração, jogado numa prisão fria e subterrânea, sua fé era a esperança sempre viva dos demais apóstolos.
Recompensa? - Sim! Galardão? - Também! Mas somente “NAQUELE DIA”, ou seja, na volta de Jesus.
“Quando os livros da bíblia foram escritos, não existiam nem a divisão das palavras, nem os sinais de pontuação. Por meados do Século III d.C., Ammonio de Alexandria dividiu os evangelhos em seções curtas, para comparar as passagens paralelas ou parecidas”
“A divisão atual de todos os livros da Bíblia em capítulos foi feita pelo cardeal Hugo de Sancher, em meados do Século XIII d.C. O Novo Testamento foi dividido em versículos no Século IX d. C., por Roberto Estiene, em sua edição grega desta segunda parte da Bíblia.”
“Deveria ser observado que a vírgula entre as palavras ‘te’ e ‘hoje’ foi intercalada pelos tradutores. O texto grego original, que não tem pontuação nem divisão de palavras, diz:
“amem soi lego sêmeron met emou esê em to paradisõ”
Literalmente : “em verdade a-ti Eu digo hoje comigo tu-estarás no paraíso”
“O advérbio sêmerom,”HOJE”, encontra-se entre os verbos lego,“ EU DIGO”, e esê, “TU ESTARÁS”, e pode com propriedade aplicar-se tanto a um como a outro. Sua posição imediatamente seguinte ao verbo lego, “EU DIGO”, pode implicar numa relação gramatical mais íntima com este verbo do que com o verbo seguinte, esê, “ESTARÁS”. (The Seventh-day Adventist Bible Commentary).
A pontuação silábica é tão importante em qualquer escrito, que, apenas uma vírgula, um dos menores sinais gráficos, pode causar ou evitar uma morte, acabar ou criar uma guerra, separar ou juntar amigos. Para você compreender, veja estas experiências.
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
R$ 23,4.
R$ 2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
> A imperatriz da Rússia, trocando apenas uma vírgula, salvou um prisioneiro do exílio. A mensagem que recebeu, dizia assim:
“PERDÃO IMPOSSÍVEL, ENVIAR PARA A SIBÉRIA”.– Com muito tato e cuidado, ela transferiu a vírgula para outro lugar, e a ordem passou a ser: “PERDÃO, IMPOSSÍVEL ENVIAR PARA A SIBÉRIA.”
>Houve uma rebelião em determinada cidade, e o governante comunicou a revolta ao seu superior, dizendo: “Devo fazer fogo ou poupar a cidade¿” A resposta do superior foi: “FOGO NÃO, POUPE A CIDADE.” Lamentavelmente, o funcionário do Correio trocou a vírgula e escreveu no telegrama de resposta: “FOGO, NÃO POUPE A CIDADE.” - A cidade foi arrasada. (Pontuação na escrita, págs. 16-17)
Lucas 24:6 – “Não está aqui, mas ressuscitou...”
Meu amigo em Cristo, como você gostaria que fosse traduzido o texto de São Lucas 24:6, que fala da ressurreição de Jesus. OBSERVE:
Assim> - “RESSISCITOU! Não está aqui.”
Ou assim> - "RESSISCITOU? NÃO! “Está aqui.”
Portanto, tem lógica o fato de que uma vírgula colocada fora de lugar poderá mudar o sentido do texto ou de uma frase, com resultados funestos. Inda mais, quando já se tem a crença vertida para a recompensa após a morte.
Querido amigo e irmão em Cristo, se quando a pessoa morre, sendo boa vai para o Céu, gozar as delícias do paraíso e, sendo má, vai queimar-se eternamente no fogo, imediatamente após a morte, que valor tem a pregação do evangelho sobre a volta de Jesus? Que proveito terá o juízo de que fala a Bíblia? E qual a finalidade da ressurreição, que é doutrina básica de todas as igrejas protestantes? diante disso, é mister que se dê atenção mais acurada ao problema, senão teremos um amontoado de contradições na Bíblia, o que é inconcebível. Não é?
Lucas 23:43, como se disse, é questão pessoal de tradução. Por conseguinte, é vital que atentemos para o pedido do ladrão, antes da resposta dada por Jesus. A versão Almeida, edição revista e corrigida, menciona este pedido de Dimas: > Lucas 23:42 “...Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.”
Por outro lado. “boas traduções rezam que o ladrão pediu a Jesus que se lembrasse dele, QUANDO VIERES NO TEU REINO. Assim, por exemplo, fazem Matos Soares, a Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a Francesa L. segond, a Inglesa de King James, e outras” (Subtilezas do erro, A.B. Christianini, pgs 221).
É mais racional admitir que a tradução correta seja: “quando vieres no Teu Reino”, e não “quando entrares no Teu reino”, porque a comprovação escriturística, insofismável, é de que os salvos só entrarão no Reino quando Cristo voltar, pelos versos já mencionados e agora nas palavras do evangelista: Mateus 25:31-34 “E quando o Filho do Homem vier em sua glória e todos os santos anjos com Ele, então Se assentará no trono da Sua Glória; e todas as nações serão reunidas diante dEle, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Por conseguinte, somente nessa ocasião o ladrão irá ao paraíso, e não somente ele mas como Paulo disse: “ todos os que amarem a Sua Vinda”. Eu, você, nossos queridos falecidos que ressuscitarão nesse dia. ALELUIA!
Caro amigo e irmão em Cristo, penso que esteja tudo claro, porém, é bom deixar que a Bíblia fale poderosamente, esse deve ser o nosso costume. Particularmente creio tenha ocorrido uma impropriedade de tradução em Lucas 23:43, pois caso contrário teríamos uma tremenda contradição, porque a Bíblia diz que JESUS NÃO SUBIU AO CÉU NAQUELE DIA! Você sabia? Sim, não se espante. Há provas. A Escritura Sagrada é clara: Três dias depois da Sua morte, Jesus disse a Maria Madalena: João 20:17 (Matos soares)> “Não Me toques, porque ainda não subi para Meu Pai...” Ora Se o Senhor afirmou que NÃO SUBIU três dias depois de morto, quem poderá dizer o contrário? Por isso não é correto aceitar tenha Jesus prometido estar com o ladrão naquele dia, isto é, o de Sua morte, no paraíso! Ou será que o paraíso é na sepultura? É lógico que a vírgula foi mal colocada, não acha?
Fica claro então, comprovado pelas Escrituras Sagradas que único lugar para onde Jesus pode ter ido quando morreu, foi a sepultura, e ali descansou, repousando no Sábado, de sua obra de redenção, semelhante ao que fizera no Sábado da criação.
Volvo meus pensamentos para o amigo e irmão em Cristo agora; talvez você já creia nesta grande verdade, mas... Se ainda duvida, permita-me dizer-lhe com todo amor, respeito e zelo: O LADRÃO NÃO MORREU NAQUELE DIA EM QUE FIZERA SUA DRAMÁTICA SÚPLICA A JESUS.
Por conseguinte, como iria ao paraíso?
A Bíblia confirmará esta palavra, pois ela é nossa regra de fé, somente.
Mas para isso, teremos que ser humildes ao analisar as últimas cenas do Calvário: > João 19:31-33 > “Os judeus pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto que era a preparação, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Foram pois os saldados, e, na verdade quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro que com Ele fora crucificado: mas vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não lhe quebraram as pernas.”
Compreendeu?
Quebrar as pernas dos crucificados (“castigo do crucifragium”) é a maior prova de que eles normalmente não morriam no mesmo dia, e, quando se tratasse de uma pessoa robusta, durava, na cruz, até sete dias, em seu martírio.
A respeito diz o comentarista bíblico J. B. Howel: “O crucificado permanecia dependurado na cruz até que, exausto pela dor, pelo enfraquecimento, pela fome e sede, sobrevivesse a morte. Duravam os padecimentos geralmente três dias, e às vezes sete.”
Agora, veja você meu caro amigo e irmão em Cristo: se foi imperioso quebrar as pernas dos malfeitores no pôr-do-sol de sexta-feira, que era o dia de preparação para o Sábado, é lógico, foi preciso porque eles não haviam morrido ainda. Mas, note bem, JESUS MORRERA. Evidentemente que os dois ladrões não foram supliciados como foi o Mestre. Não receberam as chicotadas, os bofetões, nem passaram pela agonia do Getsêmani, não foram furados com as lanças dos soldados, nem tiveram o coração partido pelos pecados do mundo, nem foram pregados, mas amarrados tão somente; por isso é que ainda permaneciam vivos enquanto Jesus já havia morrido.
Se Dimas não fosse robusto de físico, forte, vigoroso bastante para permanecer sete dias dependurado na cruz, ou quem sabe, 5, 4, 3 dias, uma coisa é certa, em última análise, na pior das hipóteses, ele teve mais um dia de vida que Jesus.
Então lhe pergunto: COMO PODIA ESTAR DIMAS COM JESUS NO PARAÍSO NO MESMO DIA, estando Jesus morto e ele vivo?
Sim meu amigo e irmão em Cristo, houve um lapso na colocação da vírgula. Consequentemente, o texto correto de Lucas 23:43, no bom Português é:
“Em verdade te digo HOJE (dois pontos) estarás Comigo no Paraíso” Ou num tom aportuguesado: “... Te afirmo agora:” Isto é, Dimas só irá ao Céu quando Jesus voltar e disser: Mateus 25:34 > “Vinde benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Portanto não é preciso consultar hermeneutas, exegetas, nem o grego ou o aramaico, basta estudar a Santa Bíblia, comparando texto com texto, e o Espírito Santo esclarecerá a verdade para o coração sincero.
Finalizando, minha oração por você, amado irmão(ã) em Cristo, são estas palavras de Jesus: Mateus 11:25 “ ...graças Te dou, ó Pai, que ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelastes aos pequeninos.”
GLÓRIA A DEUS!
*A.D.O.S
Este versículo é uma forte base para os irmãos que admitem o galardão (post-mortem). Isto é: Após a morte.
Como você aceitaria se lhe dissesse que a interpretação dele depende inteira e exclusivamente de sua pontuação? - Que acha?
O Novo testamento foi escrito em Grego, e as palavras eram separadas uma da outra, por um pequeno ponto. Assim sendo, “a colocação da vírgula dependerá da compreensão do tradutor quanto ao sentido das palavras originais.”
Portanto, qualquer tradutor, com a maior sinceridade, fará uma pontuação que coadune com sua fé a respeito. Por isso não podemos aceitar que Dimas, o ladrão que foi transformado pela presença de Jesus, tenha ido imediatamente ao Céu gozar as bem-aventuranças, após sua morte.
A exegese bíblica demonstra cabalmente que o galardão do justo só lhe será conferido quando do regresso de Jesus. Com isso concordam os patriarcas, profetas e apóstolos.
Todos de igual modo, esperavam sua recompensa não imediatamente após a morte, mas quando Jesus voltasse. Há para confirmar este fato centenas de textos bíblicos: mencionarei três, para você sedimentar sua fé.
1-JÓ 19:25-26 “ PORQUE EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE, E QUE POR FIM SE LEVANTARÁ SOBRE A TERRA: E DEPOIS DE CONSUMIDA A MINHA PELA, AINDA EM MINHA CARNE VEREI A DEUS.” (Jó tinha absoluta certeza que seria recompensado, galardoado, na vinda de Jesus).
2-SALMO 17:15 “QUANTO A MIM, CONTEMPLAREI A TUA FACE NA JUSTIÇA; SATISFAR-ME-EI DA TUA SEMELHANÇA QUANDO ACORDAR.” (Davi, o amado de Deus, esperava seu galardão quando acordasse, isto é, na ressurreição, e essa só se dará na volta de Jesus).
3- II TIMÓTEO 4:8 “DESDE AGORA, A COROA DA JUSTIÇA ME ESTÁ GUARDADA, A QUAL O SENHOR, JUSTO JUIZ, ME DARÁ NAQUELE DIA, E NÃO SOMENTE A MIM, MAS TAMBÉM A TODOS QUE AMAREM A SUA VINDA”.
Vinda de quem informa Paulo? Lógico: Do Senhor Jesus! Nero, o maldoso imperador romano, em breve tirania a vida do apóstolo dos gentios, mas lá no fundo de seu coração, jogado numa prisão fria e subterrânea, sua fé era a esperança sempre viva dos demais apóstolos.
Recompensa? - Sim! Galardão? - Também! Mas somente “NAQUELE DIA”, ou seja, na volta de Jesus.
“Quando os livros da bíblia foram escritos, não existiam nem a divisão das palavras, nem os sinais de pontuação. Por meados do Século III d.C., Ammonio de Alexandria dividiu os evangelhos em seções curtas, para comparar as passagens paralelas ou parecidas”
“A divisão atual de todos os livros da Bíblia em capítulos foi feita pelo cardeal Hugo de Sancher, em meados do Século XIII d.C. O Novo Testamento foi dividido em versículos no Século IX d. C., por Roberto Estiene, em sua edição grega desta segunda parte da Bíblia.”
“Deveria ser observado que a vírgula entre as palavras ‘te’ e ‘hoje’ foi intercalada pelos tradutores. O texto grego original, que não tem pontuação nem divisão de palavras, diz:
“amem soi lego sêmeron met emou esê em to paradisõ”
Literalmente : “em verdade a-ti Eu digo hoje comigo tu-estarás no paraíso”
“O advérbio sêmerom,”HOJE”, encontra-se entre os verbos lego,“ EU DIGO”, e esê, “TU ESTARÁS”, e pode com propriedade aplicar-se tanto a um como a outro. Sua posição imediatamente seguinte ao verbo lego, “EU DIGO”, pode implicar numa relação gramatical mais íntima com este verbo do que com o verbo seguinte, esê, “ESTARÁS”. (The Seventh-day Adventist Bible Commentary).
A pontuação silábica é tão importante em qualquer escrito, que, apenas uma vírgula, um dos menores sinais gráficos, pode causar ou evitar uma morte, acabar ou criar uma guerra, separar ou juntar amigos. Para você compreender, veja estas experiências.
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.
Ela pode sumir com seu dinheiro.
R$ 23,4.
R$ 2,34.
Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
Uma vírgula muda tudo.
> A imperatriz da Rússia, trocando apenas uma vírgula, salvou um prisioneiro do exílio. A mensagem que recebeu, dizia assim:
“PERDÃO IMPOSSÍVEL, ENVIAR PARA A SIBÉRIA”.– Com muito tato e cuidado, ela transferiu a vírgula para outro lugar, e a ordem passou a ser: “PERDÃO, IMPOSSÍVEL ENVIAR PARA A SIBÉRIA.”
>Houve uma rebelião em determinada cidade, e o governante comunicou a revolta ao seu superior, dizendo: “Devo fazer fogo ou poupar a cidade¿” A resposta do superior foi: “FOGO NÃO, POUPE A CIDADE.” Lamentavelmente, o funcionário do Correio trocou a vírgula e escreveu no telegrama de resposta: “FOGO, NÃO POUPE A CIDADE.” - A cidade foi arrasada. (Pontuação na escrita, págs. 16-17)
Lucas 24:6 – “Não está aqui, mas ressuscitou...”
Meu amigo em Cristo, como você gostaria que fosse traduzido o texto de São Lucas 24:6, que fala da ressurreição de Jesus. OBSERVE:
Assim> - “RESSISCITOU! Não está aqui.”
Ou assim> - "RESSISCITOU? NÃO! “Está aqui.”
Portanto, tem lógica o fato de que uma vírgula colocada fora de lugar poderá mudar o sentido do texto ou de uma frase, com resultados funestos. Inda mais, quando já se tem a crença vertida para a recompensa após a morte.
Querido amigo e irmão em Cristo, se quando a pessoa morre, sendo boa vai para o Céu, gozar as delícias do paraíso e, sendo má, vai queimar-se eternamente no fogo, imediatamente após a morte, que valor tem a pregação do evangelho sobre a volta de Jesus? Que proveito terá o juízo de que fala a Bíblia? E qual a finalidade da ressurreição, que é doutrina básica de todas as igrejas protestantes? diante disso, é mister que se dê atenção mais acurada ao problema, senão teremos um amontoado de contradições na Bíblia, o que é inconcebível. Não é?
Lucas 23:43, como se disse, é questão pessoal de tradução. Por conseguinte, é vital que atentemos para o pedido do ladrão, antes da resposta dada por Jesus. A versão Almeida, edição revista e corrigida, menciona este pedido de Dimas: > Lucas 23:42 “...Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino.”
Por outro lado. “boas traduções rezam que o ladrão pediu a Jesus que se lembrasse dele, QUANDO VIERES NO TEU REINO. Assim, por exemplo, fazem Matos Soares, a Trinitariana, a Versão Italiana de G. Deodatti, a Francesa L. segond, a Inglesa de King James, e outras” (Subtilezas do erro, A.B. Christianini, pgs 221).
É mais racional admitir que a tradução correta seja: “quando vieres no Teu Reino”, e não “quando entrares no Teu reino”, porque a comprovação escriturística, insofismável, é de que os salvos só entrarão no Reino quando Cristo voltar, pelos versos já mencionados e agora nas palavras do evangelista: Mateus 25:31-34 “E quando o Filho do Homem vier em sua glória e todos os santos anjos com Ele, então Se assentará no trono da Sua Glória; e todas as nações serão reunidas diante dEle, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Por conseguinte, somente nessa ocasião o ladrão irá ao paraíso, e não somente ele mas como Paulo disse: “ todos os que amarem a Sua Vinda”. Eu, você, nossos queridos falecidos que ressuscitarão nesse dia. ALELUIA!
Caro amigo e irmão em Cristo, penso que esteja tudo claro, porém, é bom deixar que a Bíblia fale poderosamente, esse deve ser o nosso costume. Particularmente creio tenha ocorrido uma impropriedade de tradução em Lucas 23:43, pois caso contrário teríamos uma tremenda contradição, porque a Bíblia diz que JESUS NÃO SUBIU AO CÉU NAQUELE DIA! Você sabia? Sim, não se espante. Há provas. A Escritura Sagrada é clara: Três dias depois da Sua morte, Jesus disse a Maria Madalena: João 20:17 (Matos soares)> “Não Me toques, porque ainda não subi para Meu Pai...” Ora Se o Senhor afirmou que NÃO SUBIU três dias depois de morto, quem poderá dizer o contrário? Por isso não é correto aceitar tenha Jesus prometido estar com o ladrão naquele dia, isto é, o de Sua morte, no paraíso! Ou será que o paraíso é na sepultura? É lógico que a vírgula foi mal colocada, não acha?
Fica claro então, comprovado pelas Escrituras Sagradas que único lugar para onde Jesus pode ter ido quando morreu, foi a sepultura, e ali descansou, repousando no Sábado, de sua obra de redenção, semelhante ao que fizera no Sábado da criação.
Volvo meus pensamentos para o amigo e irmão em Cristo agora; talvez você já creia nesta grande verdade, mas... Se ainda duvida, permita-me dizer-lhe com todo amor, respeito e zelo: O LADRÃO NÃO MORREU NAQUELE DIA EM QUE FIZERA SUA DRAMÁTICA SÚPLICA A JESUS.
Por conseguinte, como iria ao paraíso?
A Bíblia confirmará esta palavra, pois ela é nossa regra de fé, somente.
Mas para isso, teremos que ser humildes ao analisar as últimas cenas do Calvário: > João 19:31-33 > “Os judeus pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto que era a preparação, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Foram pois os saldados, e, na verdade quebraram as pernas ao primeiro, e ao outro que com Ele fora crucificado: mas vindo a Jesus, e vendo-O já morto, não lhe quebraram as pernas.”
Compreendeu?
Quebrar as pernas dos crucificados (“castigo do crucifragium”) é a maior prova de que eles normalmente não morriam no mesmo dia, e, quando se tratasse de uma pessoa robusta, durava, na cruz, até sete dias, em seu martírio.
A respeito diz o comentarista bíblico J. B. Howel: “O crucificado permanecia dependurado na cruz até que, exausto pela dor, pelo enfraquecimento, pela fome e sede, sobrevivesse a morte. Duravam os padecimentos geralmente três dias, e às vezes sete.”
Agora, veja você meu caro amigo e irmão em Cristo: se foi imperioso quebrar as pernas dos malfeitores no pôr-do-sol de sexta-feira, que era o dia de preparação para o Sábado, é lógico, foi preciso porque eles não haviam morrido ainda. Mas, note bem, JESUS MORRERA. Evidentemente que os dois ladrões não foram supliciados como foi o Mestre. Não receberam as chicotadas, os bofetões, nem passaram pela agonia do Getsêmani, não foram furados com as lanças dos soldados, nem tiveram o coração partido pelos pecados do mundo, nem foram pregados, mas amarrados tão somente; por isso é que ainda permaneciam vivos enquanto Jesus já havia morrido.
Se Dimas não fosse robusto de físico, forte, vigoroso bastante para permanecer sete dias dependurado na cruz, ou quem sabe, 5, 4, 3 dias, uma coisa é certa, em última análise, na pior das hipóteses, ele teve mais um dia de vida que Jesus.
Então lhe pergunto: COMO PODIA ESTAR DIMAS COM JESUS NO PARAÍSO NO MESMO DIA, estando Jesus morto e ele vivo?
Sim meu amigo e irmão em Cristo, houve um lapso na colocação da vírgula. Consequentemente, o texto correto de Lucas 23:43, no bom Português é:
“Em verdade te digo HOJE (dois pontos) estarás Comigo no Paraíso” Ou num tom aportuguesado: “... Te afirmo agora:” Isto é, Dimas só irá ao Céu quando Jesus voltar e disser: Mateus 25:34 > “Vinde benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Portanto não é preciso consultar hermeneutas, exegetas, nem o grego ou o aramaico, basta estudar a Santa Bíblia, comparando texto com texto, e o Espírito Santo esclarecerá a verdade para o coração sincero.
Finalizando, minha oração por você, amado irmão(ã) em Cristo, são estas palavras de Jesus: Mateus 11:25 “ ...graças Te dou, ó Pai, que ocultastes estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelastes aos pequeninos.”
GLÓRIA A DEUS!
*A.D.O.S
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