segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
LIÇÕES DA VIDA
Navegando pela net encontrei o texto que abaixo é reproduzido...
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta.
9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.
11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente.
12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que se trata a jornada deles.
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.
15 Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.
17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.
18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite "não" como resposta.
21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré...
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.
26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Independentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar.
32. Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva...
33. Acredite em milagres.
34. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que vc fez ou deixou de fazer.
35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.
37. Seus filhos só têm uma infância.
38. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.
44. Produza.
45. “A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente”.
"Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais requisitada que eu já escrevi. Meu taxímetro chegou aos 90 em agosto, então, aqui está a coluna, mais uma vez:
*Regina Brett, 90 anos, Cleaveland, Ohio, USA.
FORTE INVESTIDA
Botes, submarinos, caravelas, comunas, castelos, favelas.
A novidade é a incapacidade de destruirmos a guerra.
Não mudou o Sonho!
Ora naufragou, ora ficou à deriva...
O ano que passou alimentou o poema.
Poetas voltam ao picadeiro da rua e gritam: a terra está nua, a mentira é uma fera solta.
Mas a poesia faz acrobacia, vira cambalhota e inventa o novo estratagema: continuo apaixonado
pela VIDA e farei neste ano MAIOR e mais FORTE INVESTIDA!
(OBS.: Foto registrada pela minha mana Lêda. Momento singelo das três irmâs: minha Mãe, tia Elisa e tia Solange)
pela VIDA e farei neste ano MAIOR e mais FORTE INVESTIDA!
(OBS.: Foto registrada pela minha mana Lêda. Momento singelo das três irmâs: minha Mãe, tia Elisa e tia Solange)
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
EU ...MOTOCICLISTA
Sensação agradável, até inexplicável é a de pilotar uma motocicleta.
Já o fiz ao me habilitar pela primeira vêz (moto e carro) em 1982, quando emprestei uma moto de um colega de trabalho, uma CG125. Ná época não era exigido o uso de capacete, e aquele vento "batendo" no rosto é algo que somente quem anda pode sentir.
Passei muito tempo sem ter uma, tive uma Yamaha RD180 ainda na década de 80, mas desde então esporadicamente pegava alguma emprestada somente pra saber se ainda sabia pilotar! Em 1989 comprei uma menor, mas de arrancada surpreendente, uma Yamaha TT125, hoje não são mais fabricadas essas motos especialmente por serem muito polidoras, deixando um rastro de fumaça azul e de um cheiro inconfundível por onde passava, devido ao motor ser de funcionamento em dois tempos.
Quanto ao ser arriscado? Realmente é sim, mas posso compreender melhor estando ao guidão de uma, como os outros se arriscam desnecessariamente no trânsito, especialmente quando dirijo meu carro, pois a impressão que se dá é que todos os motociclistas são irresponsáveis, mas não é bem assim, eu sou muito responsável!! Por vezes seguidas me sinto "careta" por seguir as regras de trânsito, não me atrevendo em passar por entre os carros, embora a minha moto seja de uma boa potência (Honda Twister 250cc).
Tenho muitos desejos ainda pra realizar em minha vida, dentre tantos, é de poder pilotar uma motocicleta minha, de potência superior a 600 cilindradas, todo terreno, em qualquer lugar, e poder levá-la dentro de um Motor Home por onde eu for.
Hoje, olhando mensagens de um amigo no Orkut, lí uma oração interessante, e que apresenta à Deus as súplicas de quem conduz esse veiculo de duas rodas.
ORAÇÃO DO MOTOCICLISTA
SENHOR, fazei que o guidão da minha moto sejam os vossos braços, que eu segure firme para não cair em maus caminhos.
SENHOR, que o farol ilumine minha vida com a LUZ de vossos ensinamentos e que as lanternas indicadoras de direção sejam o sentido a tomar, direita ou esquerda: nunca mais saia do caminho certo que é o caminho do céu.
SENHOR, fazei que nos espelhos retrovisores eu enxergue os próprios erros, para emendar-me deles e amar-vos cada vez mais.
SENHOR, no lugar da gasolina colocai a água viva oferecida à Samaritana para que nunca mais eu venha a ter sede das necessidades deste mundo; dai-me forças para permanecer em pé e vá ao vosso encontro.
SENHOR, que o ronco do escapamento seja o som de vossa VOZ, soando sempre em meus ouvidos através das palavras da Bíblia.
SENHOR, que as rodas da moto venha mostrar que estou rodando em um mundo firme, porque vós sois o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA.
Amém.
SENHOR, fazei que o guidão da minha moto sejam os vossos braços, que eu segure firme para não cair em maus caminhos.
SENHOR, que o farol ilumine minha vida com a LUZ de vossos ensinamentos e que as lanternas indicadoras de direção sejam o sentido a tomar, direita ou esquerda: nunca mais saia do caminho certo que é o caminho do céu.
SENHOR, fazei que nos espelhos retrovisores eu enxergue os próprios erros, para emendar-me deles e amar-vos cada vez mais.
SENHOR, no lugar da gasolina colocai a água viva oferecida à Samaritana para que nunca mais eu venha a ter sede das necessidades deste mundo; dai-me forças para permanecer em pé e vá ao vosso encontro.
SENHOR, que o ronco do escapamento seja o som de vossa VOZ, soando sempre em meus ouvidos através das palavras da Bíblia.
SENHOR, que as rodas da moto venha mostrar que estou rodando em um mundo firme, porque vós sois o CAMINHO, a VERDADE e a VIDA.
Amém.
domingo, 6 de dezembro de 2009
MEU TIO CLÁUDIO
Quando criança, eu tinha aproximadamente cinco ou seis anos, num lugarejo chamado de São Pedro, bem pra frente de Nova Ipira, hoje chamado de São Camilo, distrito que pertence ao Município de Palotina no Estado do Paraná. Conheci um homem que tinha o andar firme, mãos calejadas, usava botinas de couro, chapéu, muitas vezes o vi fazendo uma proteção de couro pra sobrepor alcançando quase até o joelho, na época não entendia pra que servia todo aquele aparato, mas perguntei pra aquele homem que eu chamava de vovô e ele me disse que era pra “se proteger das cobras”.
Outras vezes o vi em volta de um couro bovino ainda com pêlos, cortando finas tiras, com uma faca bem afiada. Em frente de sua casa existia um terreiro grande, e, ele esticava uma a uma aquelas tiras amarrando-as entre troncos de árvores, lembro-me que eram de “sinamão” ou “santa bárbara” como conheço, deixando-as por algum tempo! “é pra secar” dizia ele! Depois desse trabalho ele raspava uma a uma, tirando todo aquele pêlo e acertando uniformemente a espessura das tiras. Em outros dias eu o vi pegando algumas daquelas tiras, e juntando-as nas mãos, fazia movimentos alternados como que trançando! Depois de muitas horas o via acertando com carinho o resultado de seu trabalho artesanal! Eram peças muito bem trançadas! Algumas se destinavam a peças de arreio, cabresto, cela, mas, a que eu mais admirava era aquela bem comprida que ele classificava de “laço de couro”. Sabia também que fazia os próprios móveis de sua casa, mesa, cadeiras, cama, guarda roupas e os armários de cozinha. Construía casas de madeira. Vovô João era assim ... Um HOMEM dedicado ao trabalho e ao lar e a família. Porém vivia só! Não tinha uma companheira, os filhos e as filhas foram se casando e saindo de casa. Lembro-me do casamento da tia Elisa, da tia Zeneida e ainda tinha uma tia mocinha pequena chamada Lúcia que iria demorar muito tempo ainda pra se casar.
Outras vezes o vi em volta de um couro bovino ainda com pêlos, cortando finas tiras, com uma faca bem afiada. Em frente de sua casa existia um terreiro grande, e, ele esticava uma a uma aquelas tiras amarrando-as entre troncos de árvores, lembro-me que eram de “sinamão” ou “santa bárbara” como conheço, deixando-as por algum tempo! “é pra secar” dizia ele! Depois desse trabalho ele raspava uma a uma, tirando todo aquele pêlo e acertando uniformemente a espessura das tiras. Em outros dias eu o vi pegando algumas daquelas tiras, e juntando-as nas mãos, fazia movimentos alternados como que trançando! Depois de muitas horas o via acertando com carinho o resultado de seu trabalho artesanal! Eram peças muito bem trançadas! Algumas se destinavam a peças de arreio, cabresto, cela, mas, a que eu mais admirava era aquela bem comprida que ele classificava de “laço de couro”. Sabia também que fazia os próprios móveis de sua casa, mesa, cadeiras, cama, guarda roupas e os armários de cozinha. Construía casas de madeira. Vovô João era assim ... Um HOMEM dedicado ao trabalho e ao lar e a família. Porém vivia só! Não tinha uma companheira, os filhos e as filhas foram se casando e saindo de casa. Lembro-me do casamento da tia Elisa, da tia Zeneida e ainda tinha uma tia mocinha pequena chamada Lúcia que iria demorar muito tempo ainda pra se casar.
Algum tempo depois, nascia um bebezinho que o vovô a vó Raimunda deram o nome de Cláudio. Eu já estava acostumado ver bebês em casa, pois minha maninha Mariese era bem pequena, só não compreendia bem o fato de ter de chamar aquele bebê de titio! Minha mãe explicou, disse que era seu irmãozinho por parte de pai, e que era meu tio.
Cresci quase ao mesmo tempo, eu mais velho e minhas irmãs e meu mano menor, sempre visitávamos a casa do vovô João. Sempre estávamos juntos, e seguidamente dava uma briga do Cláudio com minhas irmãs, coisas de crianças.
Aprendi a andar de bicicleta numa do meu tio Enos, era uma Olé-70, de cor verde. Pra explicar melhor, foi uma série comemorativa que a Monark (fabricante) fez pra celebrar a conquista da copa do mundo de futebol daquele ano pelo Brasil, tinha um circulo redondo no quadro central em formato de bola, inclusive nos desenhos das ranhuras dos pneus, onde ficava marcado no chão > olé70. O tio Enos não morava mais com o vovô, era 1973, e ele tinha ido estudar e ajudar a construir o novo Colégio IAP (Instituto Adventista Paranaense) e, eu pegava aquela bicicleta atravessava a perna direita no meio daquele circulo que ficava no quadro central , ficava dando voltas em torno da casa. O mais engraçado que eu acho agora é que aquele garotinho corria atrás de mim querendo me derrubar da mesma! Algumas vezes ouvia a vó Raimunda gritando Claaaudio!! Ele sempre estava a fazer peraltices, tipo jogar água nas minhas irmãs, correr atrás das galinhas...
O tempo passou e um dia fui me despedir do meu avô lá no sítio dele num lugar chamado Bom Jesus, Município de Capitão Leônidas Marques. Passei o sábado e no domingo cedo , antes de me despedir, pedi ao vovô que queria registrar com minha máquina fotográfica aquela visita. Tirei algumas fotos com aquele casal e seu pequeno filho! Meu tio Cláudio. Pra tregistrar o momento o vovô se preparara todo orgulhoso, colocou bombacha, botas e um lenço branco no pescoço. Pois eu estava de mudança pra Cuiabá. (Junho de 1982) e não saberia quando novamente nos tornaríamos a encontrar. Uma vêz vovô veio em Cuiabá para o casamento de meu primo Elias, podemos, eu e meus irmãos, rir muito das piadas de adultos que agora o vovô podia contar.
Depois de muitos anos em agosto de 1993, foi outra vez, muito emocionado, especialmente porque o vovô estava imobilizado e adoentado em um leito hospitalar que pude vê-lo pela última oportunidade.
Em agosto de 2007 eu visitei a residência do meu tio Cláudio, após o almoço, ele com muito orgulho me chamou "vem cá, quero te mostrar uma coisa!" me levou a um quarto onde estavam algumas peças de montaria e apetrechos feitos de couro, que seu pai usara, resgatara e estava guardando com muito carinho. Eram peças semelhantes às que eu presenciara meu avô fazendo quando eu era pequeno. Vi seus olhos merejarem emocionado, e me disse que aquela era a melhor herança material que tinha.
Hoje tento trazer em minha lembrança todos aqueles momentos felizes em que vivi junto do meu avô e sua família. Pois neste exato momento aquele garotinho que se tornara um homem forte, alegre e de um humor refinado nos deixou sem sua companhia!
Deixa-nos sem se despedir! Tenho a necessidade de rever esse homem, pois tinha planejado visitá-lo em breve pra colocar nosso papo em dia. E agora?
Terei que esperar um pouco mais... estou aguardando pra poder rever e “tomar um chimarrão” juntos, ele meu avô e eu.
Izaias Teixeira
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